[...]
Quando a brisa estival roçar-te a fronte,
Não te esqueças de mim, que te amo tanto.
[...]
Lembre-te os dias que passei contigo,
Não te esqueças de mim, que te amo tanto.
[...]
Quando os anos de dor passado houverem,
E o frio tempo consumir-te o pranto,
Guarda ainda uma ideia a teu poeta,
Não te esqueças de mim, que te amo tanto.
(Fagundes Varela)

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